Voltei, viu?
Um blog, pra mim, não consiste em um negócio ou é um meio de vida. Na verdade, e este é meu segundo blog, não me lembro de ter tomado a iniciativa de criar nenhum dos dois, sendo o primeiro (http://joaocelso.blogspot.com/) um presente de aniversário das filhas, que o criaram pra mim em 2003, quando eu me encontrava em crise "existencial".
Considero este blog um veículo para escrever o que penso e o quero dizer, ou aquilo que eu gostaria de dizer para um público potencialmente muitas vezes mais amplo do que aquele que me rodeia, a quem posso manifestar meus pensamentos e opiniões diretamente.
Serviu e ainda, espero, vai servir para reencontros. Por meio dele, pude ser alcançado por pessoas cujos e-mails eu não sabia.ou que nem desconfiava por onde andavam. Digamos, é uma porta aberta, democraticamente, para conhecidos ou desconhecidos (não restrinjo os comentários às pessoas que me conheçam, embora seja a pessoas de meu relacionamento que divulguei mais, pedindo, no entanto, para também divulgarem-no).
Admito que me frustra um pouco não ser lido sempre ou, se o sou, não receber comentários mais amiúdes, sequer o registro de eventuais passagens ou leituras rápidas. De fato, Flávio Lúcio tem sido um dos que me massageiam o ego, mostrando que me lê (mando e-mails a ele sem respostas, por vezes) porque ali deixam um comentário qualquer. A “visita” é que pode ter maior importância.
Conseqüentemente, escrevo menos. Agora mesmo deve fazer uns 20 dias, ou mais, que o pobrezinho está abandonado até por mim, que nunca mais deixara qualquer comentário ou texto novo.
Falta de assunto NOVO (os velhos não me estimulam a tecer seja lá o que for, o que poderia em fazer desesperançar de tudo. Eta Brasilzão!, país do futuro cada dia mais distante. Deixo a missão para os profissionais da imprensa) deve ser um dos motivos; desânimos vários, também; ou ter mais o que fazer: petições, contra-razões, acompanhar o andamento de processos e a jurisprudência em temas que me interessem – por exemplo, a não tributação integral da complementação de aposentadoria que recebo da entidade de previdência privada, que acabo de postular e, suponho, só vai resultar em “tutu na mão do menino” (?! idoso, segundo a lei), via precatório, lá pelo ano de 2008 ou 2009, se bem que antes do mundo sofrer as grandes mudanças previstas por Nostradamus (2030, mais ou menos), embora alimente a pretensão de obter uma liminar que reduza ou elimine a tributação na fonte ainda recolhida.
Para uma manhã de sábado insossa, quente, em que fui vampirizado para um exame de sangue (check-up periódico para ver a quantas anda meu LDL) e precisei reiniciar meu PC umas quatro vezes, e sem saber se vou ter leitores (pra quem escrevo ou pra que escrever, se não tem quem leia o que escrevo?), vou ficando por aqui, neste canal aberto e raramente sintonizado.
Até outro dia qualquer.
Escrito por J.Celso às 14h01
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