Às vésperas da eleição presidencial
Isso talvez explique por que as pesquisas mostram o presidente candidato à reeleição como vencedor no 1º. Turno:
Uol Economia

22/09/2006 - 13h16 Pesquisa da FGV aponta maior queda no nível de pobreza em dez anos
RIO - A queda no nível de pobreza entre 2003 e 2005 é a maior dos últimos dez anos. É o que revela a pesquisa "Miséria, Desigualdade e Estabilidade: O Segundo Real", da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Os dados do estudo, feito com base na Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicilio (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a miséria ainda atingia 28,2% da população brasileira em 2003, quando começou um novo ciclo de queda, e chegou a 22,7% em 2005.
Segundo o coordenador da pesquisa, Marcelo Néri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV, a baixa acumulada no nível de miséria - e registrada nas três últimas Pnad - é equivalente à que ocorreu na época do Plano Real. "Basicamente, se a gente olhar desde 1993, a miséria brasileira cai de 35% para 28%, com o real. Depois passa por um período de estagnação e de 2003 para cá ela, cai de 28% para 22%, uma redução bastante expressiva", ressaltou.
Néri explicou que a redução no nível de pobreza observada nesse período está ligada a fatores como a retomada da oferta de empregos, a programas de distribuição de renda, do tipo do Bolsa Família, e a à expansão dos gastos previdenciários. E informou que o estudo também aponta diminuição no ritmo de crescimento da pobreza metropolitana, entre 2003 e 2005.
"A pobreza metropolitana, nas grandes cidades brasileiras, que tinha aumentado muito de 1995 para 2003, cai de 22% para 16% da população, o que mostra uma certa reversão da crise metropolitana que está associada a piores indicadores de violência e de desemprego", observou o coordenador.
Na avaliação de Néri, ao contrário dos anos anteriores, a redução da pobreza nas grandes cidades foi a principal "locomotiva" da retomada dos indicadores sociais.
O coordenador destacou ainda que a partir dos dados da pesquisa "percebe-se que de 1993 para cá o Brasil já teria completado a Meta do Milênio de reduzir a extrema pobreza à metade " . Essa meta estava prevista para 2015.
(Agência Brasil)
Já repeti mais de uma vez que não me entusiasmo este ano nem contra nem a favor, como já fiz DUAS vezes na vida: 1989 (Covas) e 1994 (FHC). Lamento a pobreza de opções. Há os que vão para o sacrifício, cientes de sua quixotada; há quem esteja querendo apenas ocupar espaço, antes do ocaso; e aqueles que querem ter um holofote, pelo menos a cada quatro anos.
"Brasileiro, profissão esperança" ou "a esperança ainda é a última que morre". Quem me dera se os amigos parassem de me mandar mensagens contra Lula ou a favor de Alkmin ou Cristovam ou Heloísa Helena. Eu não precisaria apagá-las sem nem lê-las. Não estou com estômgago para isso, lamentando o momento político que atravessamos.
Escrito por J.Celso às 12h48
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