Amanhã será 2009
Mais um ano chega a seu final. Outra transição em que, aos votos da Paz , se contrapõe a violência no Oriente Médio. Ouvi ontem uma reportagem gravada na rua da Alfândega, em que um libanês e um judeu se abraçam, e disputam apenas os fregueses. A paz é possível. Sempre.
Não sei se no Brasil, alguma vez, as religiões afastaram as pessoas. Vivi o tempo de chumbo em que quem não era a favor da "revolução" era potencialmente comunista, e merecia morrer ou ser mandado para o exílio ("que fosse ser comunista em Cuba ou na União Soviética").
Gozado. Na Holanda, sabíamos quem era católico e quem era da igreja reformada pela aliança de casado (os reformados usam-na na mão direita). Os católicos predominam no Sul do país (Zuid Holland), e na NH (Noord Holland) a maioria é reformado. Mas convivem perfeitamente, sem discriminações ou antagonismos. A Irlanda do Norte já era, mais que hoje, em 1968, palco de guerra religiosa (que esmoreceu, porém não creio que haja acabado definitivamente. Um dia, renasce).
Quando escrevi, há alguns dias, que os filmes mostrados na TV podiam ser de 10 anos atrás, lembrei-me de Israel e Palestina. Nenhum dos lados tem razão, não sei como algum porta-voz pode encher a boca para condenar A ou B. Vá lá que um embaixador árabe atribua a iniciativa do ataque aos judeus, e vice-versa. Contudo, não se prova. No Brasil, em Exu, nunca ninguém soube quem dera o primeiro tiro ou matara primeiro.
Só mesmo uma reforma ortográfica para animar o início de 2009. Ou as novas regras para a tirar a CNH.
Porque nem mais os comícios de nosso presidente dizem novidades....
Escrito por J.Celso às 15h44
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