Por que ser blogueiro?
Por que escrever um blog? Exibicionismo? Falta de ter o que fazer? Excesso de tempo ocioso? Meu primeiro blog (abandonado há mais de 5 anos) foi um presente de aniversário que recebi. Era um tanto complexo, exigia uma redação meio codificada, eu nada fazia sem o suporte “técnico” de uma filha, que “traduzia” os comandos a empregar. Nem sei mais mexer nele, embora ainda esteja visitável (“João Celso Neto poeta, engenheiro e advogado”, http://joaocelso.blogspot.com). Este aqui, que já mereceu até uma indicação como um dos melhores (para minha surpresa), também começou meio que de brincadeira, pois não me sentia à vontade como participante de chats tipo MSN. A partir do título, vê-se que, mais que tudo, foi como que a criação de um espaço para eu escrever (errei ao pôr “Falando”) o que penso sobre diversos temas e para trazer a público minhas recordações, reminiscências e nostalgias. De início, procurei escrever algo diariamente, seria quase um diário exposto, porém muitas vezes eu não tinha tempo (ou o que dizer) e passei a ficar dias sem “vir aqui”. Um dos resultados alcançados foi reencontrar amigos de quem estava distante havia bastante tempo e outro foi o de levar minhas idéias a todos (conhecidos ou não). Pelo menos mais três amigos, 2 ex-colegas, também têm seus blogs; um deles tem dois (http://collageemais.blogspot.com e http://www.lcdias.com.br; http://blogdofernandocaldas.blogspot.com; e http://blogdoalexandrusolomon.blog.terra.com.br). Todos, de uma maneira ou de outra, querem dar seus recados ou tratar do que acreditam possa interessar. O meu (este), acho, é mais pessoal, posto que algumas vezes eu haja viajado na maionese ao tratar de temas que não são de meu domínio (a crise econômica mundial, sobre o que escrevi e vez por outra escrevo há mais de 2 anos: vivemos um mundo de capital especulativo, e um dia a coisa derrapa). Também aproveito para comemorar aniversários ou lembrar dos que se foram, deixando saudades. Contudo, suspeito que gastei a maior parte de meus dedos abordando lembranças (antes que delas me esqueça). Ou para dar notícias de minha vida e de minhas angústias.
Escrito por J.Celso às 10h55
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