Há quem queira me escutar
Pois é, já comentei antes que vida de articulista tem seus bons momentos. Não se recebem só críticas. Na próxima terça-feira, 26/5, vou ter a subida honra de estar na Unesa - Universiudade Estácio de Sá (Campus da Menezes Cortes, Rio de Janeiro) para falar sobre o Ensino Jurídico no Brasil (disciplina de Metodologia no Ensino de Direito, sob a responsabilidade da Profa.. Mara Haum) e também sobre Direito Previdenciário. O convite decorreu de um texto meu publicado em Jus Navigandi há mais de 6 anos (nov/2002) que levou aquela professora de MED a distribuí-lo a seus alunos, um dos quais é minha filha caçula, Dhenise. Aproveitando a viagem, ofereci-me para abordar, em outro horário, o Direito Previdenciário, que talvez nem faça parte da grade curricular do curso de Direito daquela Faculdade. Em uma e na outra apresentação, fique claro, vou dizer o que eu penso a respeito, defendendo, quem sabe, algumas das minhas quixotadas. Proponho-me a debater e trocar idéias, sem querer impor as minhas. Sobre o Direito Previdenciário, aliás, começo a desconfiar que, modestamente, já sou uma referência (por falta de outro?) doutrinária, particularmente, no que tange à aposentadoria especial. Já dei uma entrevista ao vivo para a Rádio Justiça, do STF, e agora, no começo de junho, vou dar outra entrevista, desta vez para a Revista Via Legal, editada pelo Conselho da Justiça Federal. Não sei se ainda tenho algo novo a dizer, porém nem todos leram ou ouviram o que já expressei. A revista “Insigne”, daqui de Brasília (não sei se ainda circula), publicou alguns dos meus textos sob o epíteto “Polêmica”, que não sei se era lisonjeiro ou depreciativo. Vida que segue, Deus me ajude. . .
Escrito por J.Celso às 17h26
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